Surjo-me como o sol,
Com raios fortes e brilhantes.
Que revelam-se como nunca antes,
Ousariam revelar.
Segredos trago à tona, óh cruel desfecho!
Sentimentos. Sensações. Nos desabafos deixo.
Surjo-me da dor vivida,
De feridas e desaforos.
Quem sou sem meus agouros?
Imerso ao caos passo a ser.
Nele sou intensidade,
Fora dele nem insisto.
Essa é minha identidade: o sofrer, o chorar…
Do dissabor faço o meu lar,
Pois é na escuridão que existo.
By: francybrito “Eu lírico”